Sophia, seu alter-ego, dividiu-se da peculiaridade do fati.
Abriu a porta para o estrangeiro e fincou nova bandeira à parte.
Por ora, oferece uma flor a si mesma em brinde,
que desencadeia oportunidades de liberdade,
Ficções de paraíso, fatos contados em formato de sisos
e narrações desenfreadas com certa propriedade
Me refiro a algo mais concreto e sensibilizado,
vítima de seus próprios temores aguçados
À dissimulação e supostamente compensados
na "dor e delícia" que carrega como fardo
Quem souber, pois, que me diga quem é
que fica livre, desacostumado, e deixa este ir,
Não demora, volta, e sem permissão pedir
não retoma o desejo que fora contra a maré
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Regência
Você estava certo. Minha autossuficiência não foi embora. Ela nunca irá. Ela sou eu e eu sou ela; é como sei ser e não me privo ou me aban...
-
"T udo o que vem de ti me excita. Tudo o que possa existir em teu ser me inspira.", entoou. E nada mais foi acrescentado. M...
-
Andando chateada com as coisas a minha volta. Tudo parece tão vivo, cheio de ira, e ao mesmo tempo tão monótono. Parece que cada movimento q...
-
"Paladar, soneca, passatempo, música, carinho, sossego, olhos, sorrisos, palavras, céu, vento, árvore, horizonte, sombra, calor, ar, ...

Nenhum comentário:
Postar um comentário